Netflix – essa coisa maravilhosa

Gen-te!

Podem me chamar de ultra atrasada, mas até bem pouco tempo eu não tinha Netflix.

O nosso computador era bem ruim, e a TV não é dessas smarts chiques.

Daí que o meu cônjuge comprou um computador novo, e assinamos o serviço.

O resultado é que eu fiquei tão viciada, e vi tanta gente em torno desse treco, que resolvi escrever sobre.

Já escrevi um pouco sobre minha profissão ali no Quem?, mas enfim, tenho uma coluna no Caderno G da Gazeta do Povo. Escrevo basicamente sobre coisas que me dão na telha, mas curto falar sobre comportamento.

Pode ler aqui no site.

Mas, deixo a íntegra pra quem quiser conferir por aqui 😉

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(ilustra do talentoso Felipe Lima)

O casamento e a Netflix

Pois é. Já bastavam todos os questionamentos – dos mais simples ao mais complexos – que permeiam os relacionamentos amorosos e a vida conjugal. Agora, precisamos lidar com mais um: o que vamos assistir na Netflix?

O serviço de tevê por internet é relativamente novo na minha vida. Começamos por Breaking Bad – série pela qual todo o novo espectador se inicia, me garantiu um amigo. E que é responsável por fazer a gente perder horas a mais do que gostaria, se entreolhar no sofá com complacência e concordar: “Só mais um episódio, vai.”

A tortura para muitos casais é que os horários livres não batem. E um precisa esperar o outro para assistir. Sim. Fiz uma pesquisa com meus amigos e essa é a regra de ouro conjugal. “Jamais assistir a séries separados! Jamais! Isso pode acabar com o casamento”, me garantiu uma delas.

Outra, também só assiste com o marido, mas o acordo não foi uma das cláusulas do casamento. Aconteceu e funciona.

O problema é quando ela dorme no meio: o marido se sente traído. Ofendidíssimo, não conta os principais pontos do episódio, nem se ela pedir de joelhos. E pragueja que a dorminhoca veja a série sozinha. Ela se recusa, e os dois se acertam conectando as gambiarras na televisão, estourando uma pipoca de micro-ondas e tomando uma coca-cola gelada. O junkie food, aliás, estava fora da casa por causa da filha pequena. Até isso mudou pós-Netflix.

O acordo netflixiano é ainda mais complicado para casais com bebês – que precisam esperar o rebento dormir para ver mais um dos causos do sr. Walter White. “Isso vicia a gente!”, me falou uma mãe, que compartilha da mesma obsessão que a minha pela série de Vince Gilligan.

Tem ainda os sem-tempo: uma colega contou que ela e o marido, 30 anos juntos, simplesmente não conseguem ver nada juntos (me cortou o coração). Tem também o estilo professor/professora, que precisam atualizar o cônjuge acerca do contexto político de House of Cards.

Descobri muitos casais autônomos. Os gostos para séries são muito diferentes, e cada um fica no seu quadrado (rola um filminho, no máximo). Tem gente que apenas gosta de ter seu momento solitário em frente à televisão, como me confessou uma das minhas entrevistadas.

Ela precisa lidar, ainda, com o fato de a lista dos “programas indicados para você”, ficar um pouco confusa pelos gostos distintos do casal. Mas o tormento dela é ir recheando o índice de sugestões e nunca assistir aos filmes. “Já perdemos filmes que saíram do catálogo porque ficaram meses na fila. Uma tragédia.”

“No seu login ou no meu?”, é outra indagação que acontece, e a principal briga de um casal de amigos, que ficam um tempo debatendo, ou acusando o outro de: “Estragar a seleção do logaritmo do meu perfil”, ou, ordenar: “Vá ver esse filme com cara de ruim no teu perfil!”. Como lembrou uma recém-casada: a Netflix assinala o que foi visto. É dedo-duro. “Mas quem não deve, não teme.”

Namoros

Outro fator chocante (pelo menos, para mim): os namoros recentes também já vêm com regras em relação ao serviço: nem duas semanas de convivência “oficial” escapam da ordem de ver Mad Men somente juntos – o resto, dá para ver sozinho na boa, me garantiu uma apaixonada, que aposta que o serviço é o “futuro das relações afetivas”. Exagero ou cumplicidade? Boa pergunta. Só sei que um amigo obriga todos os novos namorados a assistirem Rupaul’s Drag Race. “E assisti a tudo de novo. Terminei de ver todas as temporadas disponíveis pela terceira vez.”

Seja qual for o perfil de um casal, creio que vale um velho conselho que ouvi assim que comecei a usar a Netflix: “Cuidado para não arruinarem as suas vidas”.

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Muóda

O fato é que eu adoro moda.

Nunca esqueço do fatídico desfile do Jum Nakao, em 2004, “A Costura do Invisível”.

No fim, as modelos simplesmente destruíram as roupas de papel vegetal que custaram ao artista 700 horas de trabalho!!

Olha só que foda:

Incrível, né?

Tive o privilégio de entrevistar o Jum pra uma matéria que fiz sobre a ética do fast fashion. Quem tiver interesse, leia aqui.

Corta pra 2015: ainda tem gente que acha que é super relevante apontar o dedo para o que o outro usa.

Não acho moda fútil. Acho importante e muitas vezes, sim, uma forma de arte. Se vestir também é se expressar. Pode reparar: às vezes a gente só usa uma cor por um tempo, que tem muito a ver com o que estamos sentindo. Ou tem a ver com nossa fase da vida: aos 20, eu era mega colorida! Hoje, quase trintona, opto pelos sóbrios na maioria. Ninguém disse que eu deveria fazer isso, apenas foi acontecendo.

Mas se tem uma coisa pra me irritar nesse meio, e muitas vezes, disseminado por muitas blogueiras, é que “isso só se usa com x”, ou “gorda não pode isso”, “baixinha não pode usar longo” (acreditei nesse último por muito tempo, hoje amo/sou vestido longo e cagay).

Tudo bem: proporção é importante. Mas às vezes você não quer ligar pra isso e quer ficar bem feliz marcando seu quadril largo/seus ombros/sua bunda avantajada.

Ninguém tem na-da a ver com isso!!

Te olharam estranho na rua? Taca um foda-se. Nós não somos só o que aparentamos.

Chega de ditadura, né, gente. Cada um usa o que gosta e que se sente bem, combinado? Não interessa o que for.

Porra, já tem tanta regra nessa vida e ainda me vem com issozzzzzzzzzzzzzzzz.

O mais bacana hoje, acredito, é reconhecer que roupa é uma parada descartável. Pra isso, se gasta recurso. E quanto mais coisas compramos sem refletir, pior! É mais recurso natural indo pro ralo, é mais gente gastando dinheiro sem pensar e, o lado mais obscuro, um monte de grande rede explorando e matando pessoas.

Não sabe do que eu tô falando? Dá uma lida no link que postei acima, e também veja essa série incrível da Noruega, onde blogueiros famosos do país vão trabalhar em fábricas do Camboja.

Essa, sim, é uma reflexão pertinente.

Vamos usar mais os brechós, fazer escambo entre amigas. E, sobretudo, não julgar o outro.

Pode ser que a pessoa que está ao seu lado não se interesse por roupa. E tudo bem!

Béjs

Dia das mães

Prestem atenção neste vídeo:

A Elizabeth Plank é uma escritora e editora que trabalha com o tema do feminismo. Achei importante falar sobre esse vídeo aqui hoje, no Dia das Mães, porque, infelizmente, ainda há uma série de mitos sobre a maternidade que levaram, inclusive, muitas mães a não poderem decidir se querem ou não ter filhos.

No vídeo em questão ela mostra uma mulher incrível, que dedica a vida pra questões sociais, e aborda um pouco da visão machista e cristã de que não ter filhos é algo egoísta.

Mas, se ela não se dedicasse pra essas causas e, simplesmente, não quisesse ter filhos. Teria algum problema?

Não.

Temos que parar com essa ideia de que todas as mulheres nascem com um “instinto maternal”, e que elas amam/amaram abrir mão de uma série de coisas na vida pra serem mães.

Muitas e muitas mães de ferraram/se ferram bastante pra criar o filho/a praticamente sozinhas. A Clara Averbuck conta isso muito bem no maravilhoso texto publicado também hoje no Lugar de Mulher.

Eu não tenho filhos e não tenho certeza se eu quero ter. Apesar de ser uma pessoa mega família.

Dia desses, senti uma pressão que jamais havia sentido antes: minha ginecologista pediu “quando vinham os filhos”, e eu respondi que não sabia. Ela se apressou em dizer que não pode esperar muito, falar do relógio biológico e sobre o quanto “fica perigoso” “depois dos 35”.

Saí da consulta me sentindo um lixo, ainda mais por que meu cônjuge é dois anos mais novo do que eu, e ele também não sabe se quer ser pai.

Daí comecei a pensar bastante no assunto. E concluí o que, infelizmente, ainda é enxergado como “normal”: a responsabilidade fica MUITO MAIS nas costas da mulher. Isso na melhor das hipóteses, porque muitas criam os filhos completamente sozinhas, porque o pai some. Ou precisam brigar na Justiça pra que ele pague pensão. Ou são agredidas de forma recorrente pelo marido e muitas vezes pelos filhos também. Etc e etc.

Minha mãe mesmo (que é uma mãe incrível e maravilhosa): ela e meu pai tiveram filhos com 20 e poucos anos sem esperar ou se preparar. Ela abdicou de várias coisas. Era ela quem ficava sábado de noite conosco em casa brincando e nos cuidando, Meu pai pode viajar mais, sair mais e curtir mais a vida. Simplesmente porque ele é homem.

Quando ela tinha 34, veio meu irmão caçula. Com ele, foi diferente. Meu pai era mais presente, e eu e meu irmão ajudávamos e amávamos fazer isso. Aliás, criança é um barato. Ele sempre foi um menino muito querido e é legal ver a evolução da pessoa com o passar dos anos. Mas, obviamente, minha mãe também foi quem  assumiu mais responsabilidades pela educação dele.

Tenho primas mais velhas e mais novas com filhos. Com raras exceções, sobra BEM MAIS pra elas. Sobrou bem mais pra minhas avós,minhas tias, pra mãe da minha sobrinha.

Não seria o mínimo do sensato que os homens assumissem mais tarefas? ÓBVIO QUE SIM!

Mas, além do machismo, nossa legislação MA-RA-VI-LHO-SA (só que ao contrário), dá uma semana de licença paternidade pros caras. Não dá nem pra eles terem um gostinho do tranco que é, ou criar esse vínculo de uma maneira mais forte logo no começo.

Aí eu vejo de forma recorrente mulheres frustadas, chateadas. E que sempre fazem questão de lembrar o tempo todo que “depois que tem filho”, não dá pra fazer mais um monte de coisa. Mas que, mesmo assim, é maravilhoso. Ao que eu pergunto: será? Em tempo: os maridos dessas mulheres nunca falam que deixaram de fazer algo depois que o filho/a nasceu.

Eu não sei responder a pergunta, pois não sou mãe. Provavelmente, seja maravilhoso sim.

O que sei, por enquanto, e o que vejo no meu dia a dia é que bastante gente tem filho por ter. Pra ter um modelo de família “perfeita” (casal, filhos e cachorro). Mas aí vira uma mãe negligente e ausente.

Ou porque quer/é pressionada a se encaixar no padrão. Lemos o tempo todo nas entrelinhas que uma mulher é “mais mulher” ou é “melhor” se ela é mãe (que é um discursinho mega disseminado nessa data).

Sempre tem alguém pra falar coisas do tipo: “quando você tiver um filho vai saber”, ou “ah, você diz isso mas vai querer ter filhos sim.”

Cara, quer me tirar do sério? Faça comentários assim.

Vamos ter, entre nós, mulheres,mais empatia? Pode ser, REALMENTE, que sua amiga ou colega de trabalho não deseje filhos. Conheço e convivo com mulheres que não quiseram ou simplesmente não tiveram porque não rolou (não acharam parceiros que elas considerassem bacanas), e tem que viver com essa culpa. Se consideram “menos”. E isso é muito triste, e não é justo.

O amor incondicional acontece pra todos. Não só pra quem é mãe.

Ademais, espero que as mães tenham tido, e tenham sempre, dias melhores. Que não se sintam na obrigação de carregar sozinhas todas as responsabilidades nas costas, e não se esqueçam delas mesmas.

Beijo!

Come, ué!

Alguém poderia me explicar quando começou essa obsessão louca por comida/dieta/#nopainnogain?

Dia desses, estava num café aqui de Curitiba com o meu marido, quando chegaram duas amigas. Elas falaram com a garçonete e, uma delas, pediu um cheesecake. Mas não foi um: “oi, tudo bem? Vou querer um cheesecake”. Foi assim: “ai…será? Acho que vou querer o cheesecake! Sim, vou querer. Eu mereço. Amanhã eu corro.”

Meu….

NOOOOOOOOA

Que tal vou comer porque é gostoso? E vou curtir um café com uma amiga querida?

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te joga, miga

Ok, não estou no exército da salvação. Tenho minhas piras também. E, sim, me preocupo com o peso e a saúde. Mas essa culpa toda que as pessoas vêm jogando em cima da comida é algo bizarro.

Eu leio bastante sobre alimentação. Sou fã do Michael Pollan (vou falar mais dele,mas já o citei em matérias como essa), e acho que, sim, comer é um ato político. Que devemos refletir sobre nossas escolhas e fugir da manipulação que a indústria fez certinho ao longo dos anos. Nos fazendo acreditar, por muito tempo, que produtos ultra processados são comida, e não são.

Mas hoje, a pauta é: fazer dieta, fazer regime, se curar pelo suco verde. “Bom dia, vc tá magra/tá gostosa/ tá gorda/”. Aliás, vocês viram o bafão da blogueira australiana que FINGIU ter câncer terminal e ter se curado pela alimentação? Ela levou uma grana nessa, mas né, teve uma hora que a consciência pesou. Leia aqui o babado.

Fico bem triste de essa paranoia fitness ter atingido tanto nossas cabeças. Teve o lado bom: mais gente passou a prestar atenção nos seus hábitos, fazer exercício. Coisa que é necessária no Brasil, pois os índices de obesidade só crescem. O problema é que isso não é feito pela via do equilíbrio, mas sim pela via da culpa. Como se comer um bombom fosse te engordar instantaneamente.

Ficar falando sobre dieta e comida o tempo todo também deixa a gente meio obsessiva. Por exemplo: talvez a moça do cheesecake fique se privando tanto que aquilo vire um evento. Um dia eu disse isso pra uma amiga, que a sobremesa tinha virado “evento”, e ela riu. Mas qual é o grande problema em comer um pedaço de doce, se aquilo vai te trazer satisfação e se, principalmente, você estiver com vontade? E não por que é “dia do lixo” (já viram essa expressão bizonha? O povo se segura a semana inteira e no sábado come um caminhão e ainda chama comida de “lixo”).

Esse papo de privação nos tirou a noção do próprio corpo.

Por exemplo: um dia, minha nutricionista (faço acompanhamento porque sou vegetariana e preciso de umas vitaminas e etc) disse que tem que comer de três em três horas e tascou umas castanhas  às 11 da manhã. Meu, eu tomo café e almoço, eu não quero parar aquele horário pra comer três castanhas. Eu não tô com fome.

A questão é que não como as tais castanhas, e me sinto bem. E cada vez mais, tento prestar atenção no que o meu corpo quer.

Também noto que quando eu estou muito vidrada em comer da melhor forma possível, eu fico meio estressada. Quando não estou, eu até perco 1, 2 quilos sem perceber ( e às vezes nem querer).

E aí que eu sempre lembro da minha avó. Dona Alexandra, 8.5, gatona. A vida inteira ela pesa 56 quilos (teve 12 filhos, de parto normal, segura essa).Eu nunca na minha vida vi minha vó falando de dieta. Mas sempre vi ela comendo feijão com arroz todos os dias (só abre mão aos domingos), comendo pão branco (mas caseiro) e tomando sua cervejinha eventualmente. Nunca vi ela recusar uma sobremesa no domingo.

Mas também nunca vi ela repetindo prato, ou comendo meia travessa de doce.

Não que não possamos comer meia travessa ou repetir pratos.Mas, talvez, a chave pra essa histeria pelo corpo simplesmente seja: equilíbrio. Saber o que o seu corpo quer comer. Respeitar seu biotipo e curtir o momento bacana de comer.

Sair pra tomar um café sem ficar se justificando (por isso é tão bom sair com a Flávia). Ontem fomos bem faceiras na A Loja da Torta (lugar incrível gente, vão lá agora, sério), e comemos bolos sensacionais. Sem falar de dieta. Ou dizer que ia correr depois. Ou dizer que fazia mil anos que não comia bolo.

Olha que lindeza os bolos!

Olha que lindeza os bolos!

É isso. Vamos aproveitar os momentos de celebração que a comida nos proporciona. Sem culpa, fechado?

Beijo!

Quebrando dedos

Que bela m… é quebrar o dedo.

Quebrar dois, então? Merda dupla.

Nunca tinha quebrado nada na vida. Nem caindo de árvore ou de uma pilha de tábuas, ou de cima do muro, como eu vivia fazendo quando criança.

Joelho ralado, muitos roxos na perna (que deixavam a minha mãe louca). Sempre inteirona. Até invejava o pessoal no colégio que quebrava o braço, colocava aquele gessão bonito e todo mundo queria assinar.

Quebrei os dedos na academia há umas três semanas. Me estabaquei bonito e apesar de tudo, nem foi engraçado. Acabei de tirar as talas e um deles ainda dói e está inchado.

O outro dói menos, mas ficou meio torto. Tô tipo o Spok:

spock

Duas semanas digitando como uma trouxa, não podendo lavar a louça e segurando cabos e facas de maneira tosca. Uma junção que pode acabar com qualquer humor, né? Mas, sabe que não?

Vamos lá pra ~autoajuda feelings ~

Ficar com um movimento impossibilitado, por mais mínimo que seja, faz a gente ver o quanto nossas mãos são divinas e importantes. Foda-se se elas estão sem esmalte ou com as unhas roídas.

Também implica em aceitar ajuda (como a diarista que minha mãe insistiu em enviar), e aprender a esperar o marido lavar a louça no tempo dele (e adquirir o hábito, rá!).

Também tive que deixar a academia de lado por duas semanas (já voltei, foi um inferno e ainda não está sendo fácil), e, com isso, ajeitar várias coisas pendentes. Também fiz passeios sozinha pela cidade, fui em eventos legais e bebi muito café.

É aquele velho chavão: tudo acontece por uma coisa mesmo.

Vai demorar mais uns dois meses pra meus dedos ficarem zero-bala de novo. Farei fisioterapia. (torçam pra eu não ficar igual ao Spok). Um deles ainda não dobra direito, e eu tô morrendo de saudades da minha bicicleta. (atualizando: ele já dobra melhor e fui de bike ao mercado ontem. Sensação marabrilhosa).

Mas, a melhor vantagem foi: quebrei os dois dedos do meio e, involuntariamente, tive que mandar muita gente tomar no cool.

lawrence

Sim!

Escolhi o nome do blog em alusão ao maravilhoso filme comédiaromânticabonitinha:

De repente 30

Esse filme é marabrilhoso, né não?

Sempre que tá passando em algum canal eu assisto.Definitivamente, não faz parte do meu gosto cinematográfico.

Mas nem só de filme cabeça/alternativo/cutl/àsvezes chato a gente vive, né gents?

O De Repente 30 é super divertido, e tem o lindo do Mark Ruffalo, que além de tudo ainda é vegetariano e ativista ambiental. ❤

Pra quem não assistiu, veja. É bem legal. Filminho pra dar uma desbaratinada.

Beijo!!

Oi!

Parece que foi ontem que eu tinha 19 anos, muitos sonhos e empolgação.

A empolgação e os sonhos continuam, mas, parece que eu pisquei e se passaram 10 anos!

Nesse tempo, me formei, casei e exerço a profissão que eu escolhi, a de jornalista.

Porém, nem sempre consigo dar vazão a todos os meus pensamentos nos textos do trabalho. Por isso, criei esse espaço. Basicamente, para escrever o que sinto, dar dicas pra quem acabou de chegar na “vida adulta” , falar de coisas que eu gosto, como cultura e comida, e se distrair da crise dos 30 anos, que já está virando a esquina.

Espero que gostem.

Sejam bem-vindos 😉